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	<dc:title>Herbário do Instituto Agronômico de Campinas</dc:title>
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	<dc:description>A coleção é formada por representantes do Reino Plantae (`sensu stricto`), nativas, 
invasoras ou cultivadas, principalmente de São Paulo, Minas Gerais e da Amazônia 
(Amazonas, Pará, etc.). Foi iniciada em 1935, mas possui exemplares anteriores a 1840.  
Inclui duplicatas do Museu de Paris e coletas de R.L. Froés, W.A. Ducke, J.M. Pires, 
G.A. Black, J.C. Novaes, A.P. Viégas, A. Carvalho, J.C. Medina, H.F. Leitão Filho e 
H.M. Souza entre outros.

O acervo do Herbário IAC é o quinto maior do estado e conta com cerca de 57.000 exsicatas, 
sendo que os materiais-tipo somente agora estão sendo localizados e separados, somando, 
atualmente, 21 exsicatas.

Um diferencial do Herbário IAC é possuir exemplares herborizadas das plantas melhoradas 
pelo Instituto, como café, arroz, feijão, milho e plantas ornamentais.
O Herbário IAC, está registrado no Index Herbariorum (Holmegren et al. 1990), e, 
fisicamente, está dividido em Coleção Geral, Coleção de Cultivares, Flora do Arboreto 
Monjolinho, Materiais-Tipo e Flora das Estações Experimentais do IAC.
As coleções de cultivares e do Arboreto Monjolinho representam cerca de 15% da coleção 
do total do Herbário IAC. Aproximadamente 70% do acervo estão representados por plantas 
nativas, mas conta também com plantas de várias partes do globo (10%) e plantas invasoras 
de várias famílias (15%).

Arecaceae (Palmae), Asteraceae (Compositae), Euphorbiaceae, Fabaceae (Leguminosae), 
Flacourtiaceae, Myrsinaceae, Myrtaceae, Passifloraceae, Poaceae (Graminae), Rubiaceae e 
Solanaceae são exemplos de famílias com representação expressiva, no 
Herbário IAC.

Em 1995 foi desenvolvido, pela equipe de computação do IAC, um programa utilizando a 
linguagem Clipper, que permitiu a informatização parcial do acervo (cerca de 18.000 
registros, em DBF). Em 2001, todos os registros informatizados foram recuperados para 
um banco de dados Access com o objetivo de possibilitar maior agilidade para consultas 
e maior confiabilidade no registro das informações, o que foi realizado pela analista 
de sistemas Raquel Lopes. A partir de 2002, quando o Herbário IAC contava com cerca 
de 20.000 dados informatizados, começou o desenvolvimento de um novo programa, através 
do qual os dados advindos do banco de dados anterior foram organizados, complementados 
e padronizados para elaboração de tabelas, utilizadas em caixas de seleção, e inserção 
no software atual. O sistema foi desenvolvido com as linguagens HTML, ASP, Vbscript e 
SQL, utilizando-se o banco de dados MySQL, sendo a comunicação WEB ao servidor de dados 
via fonte ODBC e conta, hoje, com dados de mais de 90% da coleção informatizados. Este programa conta com um módulo de manejo de dados (cadastrar, alterar e excluir) do 
herbário, intercâmbios de materiais e edição de tabelas (grande grupo, família, gênero, 
espécie, autor, país, estado, município, coletor, identificador, material-tipo, nome 
popular, endereços de herbários). O gerenciamento dos dados é feito localmente via 
navegador, através de IP válido somente para a rede interna, com acesso por senhas 
hierarquizadas, de modo que somente a senha máster tem acesso a todas as informações 
e edições de tabelas. A disponibilização de informações parciais dos materiais constantes da coleção de plantas herborizadas é através de consultas em tempo real, via `Internet`, através do `site` do IAC, no endereço http://herbario.iac.sp.gov.br/.</dc:description>
        <dc:language>pt</dc:language> 
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        <dct:modified>2024-09-17T10:31:55-03:00</dct:modified>
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			<description>A coleção é formada por representantes do Reino Plantae (`sensu stricto`), nativas, 
invasoras ou cultivadas, principalmente de São Paulo, Minas Gerais e da Amazônia 
(Amazonas, Pará, etc.). Foi iniciada em 1935, mas possui exemplares anteriores a 1840.  
Inclui duplicatas do Museu de Paris e coletas de R.L. Froés, W.A. Ducke, J.M. Pires, 
G.A. Black, J.C. Novaes, A.P. Viégas, A. Carvalho, J.C. Medina, H.F. Leitão Filho e 
H.M. Souza entre outros.

O acervo do Herbário IAC é o quinto maior do estado e conta com cerca de 57.000 exsicatas, 
sendo que os materiais-tipo somente agora estão sendo localizados e separados, somando, 
atualmente, 21 exsicatas.

Um diferencial do Herbário IAC é possuir exemplares herborizadas das plantas melhoradas 
pelo Instituto, como café, arroz, feijão, milho e plantas ornamentais.
O Herbário IAC, está registrado no Index Herbariorum (Holmegren et al. 1990), e, 
fisicamente, está dividido em Coleção Geral, Coleção de Cultivares, Flora do Arboreto 
Monjolinho, Materiais-Tipo e Flora das Estações Experimentais do IAC.
As coleções de cultivares e do Arboreto Monjolinho representam cerca de 15% da coleção 
do total do Herbário IAC. Aproximadamente 70% do acervo estão representados por plantas 
nativas, mas conta também com plantas de várias partes do globo (10%) e plantas invasoras 
de várias famílias (15%).

Arecaceae (Palmae), Asteraceae (Compositae), Euphorbiaceae, Fabaceae (Leguminosae), 
Flacourtiaceae, Myrsinaceae, Myrtaceae, Passifloraceae, Poaceae (Graminae), Rubiaceae e 
Solanaceae são exemplos de famílias com representação expressiva, no 
Herbário IAC.

Em 1995 foi desenvolvido, pela equipe de computação do IAC, um programa utilizando a 
linguagem Clipper, que permitiu a informatização parcial do acervo (cerca de 18.000 
registros, em DBF). Em 2001, todos os registros informatizados foram recuperados para 
um banco de dados Access com o objetivo de possibilitar maior agilidade para consultas 
e maior confiabilidade no registro das informações, o que foi realizado pela analista 
de sistemas Raquel Lopes. A partir de 2002, quando o Herbário IAC contava com cerca 
de 20.000 dados informatizados, começou o desenvolvimento de um novo programa, através 
do qual os dados advindos do banco de dados anterior foram organizados, complementados 
e padronizados para elaboração de tabelas, utilizadas em caixas de seleção, e inserção 
no software atual. O sistema foi desenvolvido com as linguagens HTML, ASP, Vbscript e 
SQL, utilizando-se o banco de dados MySQL, sendo a comunicação WEB ao servidor de dados 
via fonte ODBC e conta, hoje, com dados de mais de 90% da coleção informatizados. Este programa conta com um módulo de manejo de dados (cadastrar, alterar e excluir) do 
herbário, intercâmbios de materiais e edição de tabelas (grande grupo, família, gênero, 
espécie, autor, país, estado, município, coletor, identificador, material-tipo, nome 
popular, endereços de herbários). O gerenciamento dos dados é feito localmente via 
navegador, através de IP válido somente para a rede interna, com acesso por senhas 
hierarquizadas, de modo que somente a senha máster tem acesso a todas as informações 
e edições de tabelas. A disponibilização de informações parciais dos materiais constantes da coleção de plantas herborizadas é através de consultas em tempo real, via `Internet`, através do `site` do IAC, no endereço http://herbario.iac.sp.gov.br/.</description>
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                        <identifier>CRIA</identifier>
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                        <acronym>CRIA</acronym>
                        <description xml:lang="en">CRIA (Reference Center on Environmental Information) is a not-for-profit, non-government organization. Its aim is to contribute towards a more sustainable use of Brazil's biodiversity through the dissemination of high quality information and education.</description>
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