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	<dc:title>Coleção de Thelyphonidas INPA</dc:title>
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	<dc:description>A Coleção de Invertebrados do INPA foi iniciada por Nelson Cerqueira logo após a implantação do instituto, em 1954. Porém, seu estabelecimento formal, por meio de uma publicação, se deu somente em outubro de 1976, conforme comunicações de Ratcliffe e Penny (1978: As coleções de entomologia do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA - Manaus). Ciência e Cultura, São Paulo, 30(5): 627-628.) e Ratcliffe (1978: The systematic Entomology Collections of Brazils National Institute for Amazonian Research (INPA). Bulletin of the Entomological Society of America, Washington, 24(1): 62.) à comunidade científica nacional e internacional. Inicialmente, ela era constituída principalmente por grupos de insetos, mas durante as últimas duas décadas cresceu substancialmente, passando a abranger amostras de vários outros grupos de invertebrados. Atualmente, ela reúne as coleções de 14 grupos de invertebrados: Acanthocephala, Annelida, Arachnida, Chilopoda, Crustacea, Diplopoda, Insecta, Mollusca, Nematoda, Plathyhelminthes, Pauropoda, Porifera, Rotifera e Symphyla. O acervo total é estimado em mais de 350.000 insetos alfinetados, aproximadamente a mesma quantia de insetos em mantas e cerca de cinco milhões de espécimes preservados em álcool e lâminas, entre grupos de insetos e não-insetos. O incremento anual é de pelo menos 30.000 espécimes. O catálogo de espécimes-tipo da coleção de invertebrados possui mais de mil espécies. O maior desses catálogos é o da coleção de Insecta, cujo acervo de tipos, em novembro de 2006, reunia 810 espécies abrangendo 589 tipos primários e 3.476 tipos secundários. 
Cada grupo taxonômico constitui uma coleção organizada independentemente. Exceto pela coleção de Insecta, a organização de todas as demais é feita com base em lotes de indivíduos, cada qual com seu próprio sistema de numeração de registros que inclui tanto espécimes-tipos quanto não-tipos. O número de registro é sempre precedido pelo acrônimo `INPA`.
O foco da representatividade geográfica da coleção está na região ocidental da Amazônia brasileira, mas muitos grupos possuem amostras de toda a região amazônica ou de outros locais da região Neotropical. 
O acervo está abrigado em um prédio próprio, pertencente às Coleções Zoológicas do INPA, dividido em dois salões: um para matéria seco alfinetado e outro para o material em álcool.
A coleção é um dos principais centros de referência para espécimes de invertebrados da Amazônia brasileira. Seu público-alvo são pesquisadores, estudantes de graduação e pós-graduação, do Brasil e do exterior, que atuam nas áreas de sistemática e taxonomia, mas colabora eventualmente com material didático para escolas e exposições. A coleção realiza rotineiramente processos de empréstimos, permutas e doações, sempre em conformidade com a legislação vigente e as normas institucionais.</dc:description>
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                        <name>Coleção de Thelyphonidas INPA</name>
			<description>A Coleção de Invertebrados do INPA foi iniciada por Nelson Cerqueira logo após a implantação do instituto, em 1954. Porém, seu estabelecimento formal, por meio de uma publicação, se deu somente em outubro de 1976, conforme comunicações de Ratcliffe e Penny (1978: As coleções de entomologia do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA - Manaus). Ciência e Cultura, São Paulo, 30(5): 627-628.) e Ratcliffe (1978: The systematic Entomology Collections of Brazils National Institute for Amazonian Research (INPA). Bulletin of the Entomological Society of America, Washington, 24(1): 62.) à comunidade científica nacional e internacional. Inicialmente, ela era constituída principalmente por grupos de insetos, mas durante as últimas duas décadas cresceu substancialmente, passando a abranger amostras de vários outros grupos de invertebrados. Atualmente, ela reúne as coleções de 14 grupos de invertebrados: Acanthocephala, Annelida, Arachnida, Chilopoda, Crustacea, Diplopoda, Insecta, Mollusca, Nematoda, Plathyhelminthes, Pauropoda, Porifera, Rotifera e Symphyla. O acervo total é estimado em mais de 350.000 insetos alfinetados, aproximadamente a mesma quantia de insetos em mantas e cerca de cinco milhões de espécimes preservados em álcool e lâminas, entre grupos de insetos e não-insetos. O incremento anual é de pelo menos 30.000 espécimes. O catálogo de espécimes-tipo da coleção de invertebrados possui mais de mil espécies. O maior desses catálogos é o da coleção de Insecta, cujo acervo de tipos, em novembro de 2006, reunia 810 espécies abrangendo 589 tipos primários e 3.476 tipos secundários. 
Cada grupo taxonômico constitui uma coleção organizada independentemente. Exceto pela coleção de Insecta, a organização de todas as demais é feita com base em lotes de indivíduos, cada qual com seu próprio sistema de numeração de registros que inclui tanto espécimes-tipos quanto não-tipos. O número de registro é sempre precedido pelo acrônimo `INPA`.
O foco da representatividade geográfica da coleção está na região ocidental da Amazônia brasileira, mas muitos grupos possuem amostras de toda a região amazônica ou de outros locais da região Neotropical. 
O acervo está abrigado em um prédio próprio, pertencente às Coleções Zoológicas do INPA, dividido em dois salões: um para matéria seco alfinetado e outro para o material em álcool.
A coleção é um dos principais centros de referência para espécimes de invertebrados da Amazônia brasileira. Seu público-alvo são pesquisadores, estudantes de graduação e pós-graduação, do Brasil e do exterior, que atuam nas áreas de sistemática e taxonomia, mas colabora eventualmente com material didático para escolas e exposições. A coleção realiza rotineiramente processos de empréstimos, permutas e doações, sempre em conformidade com a legislação vigente e as normas institucionais.</description>
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