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	<dc:title>Coleção de Aranhas (Araneae) da Unesp</dc:title>
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	<dc:description>Iniciada na década de 60, a Coleção de Aranhas da UNESP - Campus de Botucatu,
constituía-se de espécimens obtidos em coletas aleatórias em vários Estados do
Brasil, que à exceção dos Salticidae não encontram-se identificados
taxonômicamente e não possuíam registro em livro tombo. A partir de 1999 com a
criação do Programa de Pesquisas em Conservação Sustentável da Biodiversidade,
denominado BIOTA-FAPESP, houve incentivo para a adequação da estrutura física,
curadoria e informatização, de forma a tornar a coleção disponível à pesquisa,
didática e serviços de identificação à comunidade. 
Este acervo corresponde a 98% das famílias e 58,8% das
espécies registradas para o Estado de São Paulo e refere-se principalmente à
testemunhos de tese de doutoramento e de outros projetos de levantamento da
araneofauna da região de Botucatu e de outras áreas envolvidas no programa de
coletas do Biota. A coleção, tem taxa de crescimento anual estimada em 20%. 
Para os grandes grupos de Araneae, o seguinte número de famílias é representado: 
Mygalomorphae (5), Paleocribellatae (Hypochichilidae), Haplogynae (8), 
Entelegynae (Dionycha: 9, Lycosoidea: 6, Orbiculariae: 9, Eresoidea: 
2, Palpimanoidea: 2, Dictynoidea: 2 e outras Entelegynae: 5.

Abrange principalmente a região Neotropical e os ecossistemas de Mata
Atlântica, Cerrado e Agrícola. Para os grandes grupos de Araneae, o seguinte
número de famílias é representado: Mygalomorphae (5), Paleocribellatae
(Hypochichilidae), Haplogynae (8), Entelegynae (Dionycha: 9, Lycosoidea: 6,
Orbiculariae: 9, Eresoidea: 2, Palpimanoidea: 2, Dictynoidea: 2 e outras
Entelegynae: 5.</dc:description>
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			<description>Iniciada na década de 60, a Coleção de Aranhas da UNESP - Campus de Botucatu,
constituía-se de espécimens obtidos em coletas aleatórias em vários Estados do
Brasil, que à exceção dos Salticidae não encontram-se identificados
taxonômicamente e não possuíam registro em livro tombo. A partir de 1999 com a
criação do Programa de Pesquisas em Conservação Sustentável da Biodiversidade,
denominado BIOTA-FAPESP, houve incentivo para a adequação da estrutura física,
curadoria e informatização, de forma a tornar a coleção disponível à pesquisa,
didática e serviços de identificação à comunidade. 
Este acervo corresponde a 98% das famílias e 58,8% das
espécies registradas para o Estado de São Paulo e refere-se principalmente à
testemunhos de tese de doutoramento e de outros projetos de levantamento da
araneofauna da região de Botucatu e de outras áreas envolvidas no programa de
coletas do Biota. A coleção, tem taxa de crescimento anual estimada em 20%. 
Para os grandes grupos de Araneae, o seguinte número de famílias é representado: 
Mygalomorphae (5), Paleocribellatae (Hypochichilidae), Haplogynae (8), 
Entelegynae (Dionycha: 9, Lycosoidea: 6, Orbiculariae: 9, Eresoidea: 
2, Palpimanoidea: 2, Dictynoidea: 2 e outras Entelegynae: 5.

Abrange principalmente a região Neotropical e os ecossistemas de Mata
Atlântica, Cerrado e Agrícola. Para os grandes grupos de Araneae, o seguinte
número de famílias é representado: Mygalomorphae (5), Paleocribellatae
(Hypochichilidae), Haplogynae (8), Entelegynae (Dionycha: 9, Lycosoidea: 6,
Orbiculariae: 9, Eresoidea: 2, Palpimanoidea: 2, Dictynoidea: 2 e outras
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                        <name>Centro de Referencia em Informacao Ambiental</name>
                        <acronym>CRIA</acronym>
                        <description xml:lang="en">CRIA (Reference Center on Environmental Information) is a not-for-profit, non-government organization. Its aim is to contribute towards a more sustainable use of Brazil's biodiversity through the dissemination of high quality information and education.</description>
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